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Mapa de Piri Reis

Tempo de leitura: 2 minutos

5 enigmas arqueológicos que você vai conhecer ao ler o livro “Uma Ponte para Istambul”

Ooparts – out of place artifacts – são objetos de interesse histórico, arqueológico ou paleontológico que se encontram em um contexto não usual, que desafiam a cronologia da história convencional. É como se estivessem à frente do seu tempo.

 

Acredite, eles existem! E cinco deles estão presentes no romance Uma Ponte para Istambul, da autora Maria Filomena Bouissou Lepecki. Uma ficção carregada de enigmas e contradição, em um passeio pela história do Oriente e do Ocidente.

 

1. Helicóptero de Abydos

 

Tem mais de 3 mil anos! Faz parte de um friso na parte superior interna do templo de Seti I, em Abydos, Egito. Arqueólogos explicam os hieróglifos como resultado de erosão ou de palimpsestos, ou seja, imagens superimpostas, numa reescrita. Mas se alguém viu desenhado um helicóptero, um avião, um barco a motor e um submarino, não está sozinho.

 

2. Aeroplano de Saqqara

 

Objeto egípcio feito há 200 aC, chama atenção pela intrigante semelhança com uma aeronave, tecnologia que seria desenvolvida muito tempo depois. Também conhecido como pássaro de Saqqara, foi encontrado no ano de 1898 em escavações do sítio arqueológico de Saqqara, daí o nome, e hoje está guardado no Museu do Cairo.

 

3. Mapa de Piri Reis

 

Confeccionado em 1513 sobre couro de gazela, conservou as 9 cores da pintura e é no mínimo controverso. A Ilha de Marajó que aparece em destaque só seria descrita oficialmente pelos portugueses em 1530. A Antártica também aparece, 300 anos antes de seu descobrimento. E parece se utilizar de trigonometria esférica, que só seria desenvolvida três séculos depois. Em 1929, este fragmento de mapa mundi foi encontrado em uma prateleira empoeirada do palácio Topkapi, em Istambul. Permanece na cidade, sob os cuidados da Biblioteca do palácio de Topkapi.

 

4. Moedas fenícias

 

Cunhadas entre 350 e 320 aC, trariam um mapa microscópico disfarçado de grama sob as patas do cavalo. Suscitam as especulações de que os fenícios teriam feito uma viagem pré-colombiana para as Américas.  A moeda pertence à coleção particular de quem a revelou: o paleontólogo, geógrafo e professor do Mount Holyoke College, Mark McMenamin.

 

5. Baterias de Bagdá

 

Datados do século I (DC), são jarrinhos pequenos de cerâmica que gerariam eletricidade. Com um cilindro dentro, eles utilizariam as propriedades do ferro, cobre e um líquido ácido para gerar 1 volt. Há indícios de que eram usados em série para gerar uma corrente elétrica. As Baterias de Bagdá faziam parte do acervo do Museu Nacional do Iraque até o ataque terrorista, em 2003.

 

Para acessar o release do livro Uma Ponte para Istambul, clique aqui!

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