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‘Eu queria muito espalhar a felicidade pelo mundo’, afirma escritor paulista Kaique Kelvin Gomes

Tempo de leitura: 2 minutos

‘Eu queria muito espalhar a felicidade pelo mundo’, afirma escritor paulista Kaique Kelvin Gomes

Em “Felicidade pra quê te quero”, autor apresenta análise sobre a idealização do sentimento e faz alerta aos leitores: todos podem ser felizes diariamente

 

Cronista, poeta, professor de história e, acima de tudo, alguém que não apenas busca a felicidade, mas também deseja compartilhá-la com o mundo. Este é o escritor paulista Kaique Kelvin Gomes, que apresenta aos leitores uma mensagem poderosa: “abra os olhos para a felicidade, ela existe e está sempre perto da gente, mas necessitamos vê-la com o coração e aproveitar cada momento que temos nessa vida, pois ela é única.”

 

Em seu terceiro livro publicado, “Felicidade pra quê te quero”, composto por crônicas e poesias, Kaique Kelvin fala sobre a idealização do que é ser feliz e como alcançar esse sentimento diariamente. Confira mais detalhes na entrevista!

 

1. Quando e como surgiu sua paixão pela escrita?

 

K.G: Desde criança eu sempre gostei de ler. Talvez, por sorte, meus pais sempre foram conscientes da importância da leitura, então eu ganhava livros de presente quando pequeno. Depois, ainda na escola, eu gostava de pegar livro na biblioteca. Mas a paixão pela escrita chegou quando eu pensei que poderia também criar história e não somente conhecê-las. A partir disso eu nunca mais parei de escrever.

 

2. Como surgiu a oportunidade e motivação de escrever “Felicidade para quê te quero?” O livro é também inspirado nas suas vivências pessoais?

 

K.G: “Felicidade pra quê te quero?” surgiu em um momento em que eu queria muito espalhar a felicidade pelo mundo de alguma forma. O livro veio para dizer que a felicidade existe sim, está perto da gente e pode ser alcançada diariamente. Sem dúvida nenhuma, ele tem um pouco de mim em cada poesia e cada crônica que o livro apresenta.

 

3. De que forma você acredita que a sua obra pode ajudar as pessoas a enxergarem ou buscarem a felicidade?

 

K.G: Por meio das poesias o leitor encontra dicas e também concelhos para, ao menos, chegar próximo da felicidade. Com as crônicas, acompanhamos as histórias do querido Jaime e com elas podemos, de certa forma, perceber momentos de felicidade.

 

4. Você se inspirou em alguém específico para compor o personagem das suas crônicas, o sr. Jaime?

 

K.G: Jaime é inspiração de mim mesmo e também de várias pessoas que eu vejo e vi ao longo da vida. Em cada traço desse personagem tem um pouco dessas experiências. Também posso dizer que Jaime é um desejo pela busca da felicidade.

 

5. Este é o seu terceiro livro publicado, do que tratam seus outros títulos? E você tem outros projetos literários em mente para o futuro?

 

K.G: O primeiro livro, ‘Chão Ventoso’, não teve um tema principal, ele é a junção de poemas de várias temáticas. Já o segundo livro, ‘Céu de Estrelas e um pouco Apaixonado’, como o nome já diz é sim sobre amor, paixão e esses sentimentos que temos na adolescência. Sobre novos projetos, minha mente está sempre criando ideias para livros, o próximo já está no forno e será sobre um sentimento arrebatador. Com histórias gostosas de ler e sentir e vai provocar emoções. Quais? O leitor vai decidir.

 

Para saber mais sobre o livro “Felicidade pra quê te quero?”, clique aqui!

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