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“O melhor é dar as mãos ao perdão”, afirma teóloga em livro sobre amadurecimento

Tempo de leitura: 3 minutos

“O melhor é dar as mãos ao perdão”, afirma teóloga em livro sobre amadurecimento

Em livro de estreia, Luciana Menezzes convida leitor a refletir sobre como criar uma nova versão de si mesmo

 

Promover autorreflexão; incentivar as pessoas a reavaliarem a própria vida e atitudes. Este é o objetivo da escritora e teóloga Luciana Menezzes no lançamento de estreia, Diário de um soberbo.

 

Inspirada em grandes nomes da literatura cristã e autoajuda, como Max Lucado e Augusto Cury, a autora dá vida a Soberbo da Silva. Em um diário, com reflexões sobre a vida, o personagem desmistifica a soberba: apesar de ser comum e inevitável, é possível se livrar dela, ser alguém melhor, além de perdoar tropeços e pessoas do passado.

 

Mas quais os sinais de uma pessoa soberba? Como controlar este sentimento? E, qual a importância de uma postura mais empática? Confira a entrevista completa com a autora sobre o tema:

 

1. Quando e como surgiu sua paixão pela escrita?

 

Luciana Menezzes: A escrita sempre esteve em minha vida através das músicas que criava; eu amava compor. Ainda peguei a época em que escrever cartas era a única maneira de se comunicar à distância, de forma prática e econômica. Era um prazer, eu escrevia para meus amigos, namorados e para quem estava por perto.

 

Até hoje meu esposo tem guardadas cartas que eu escrevia e colocava escondidas no bolso de uma calça ou debaixo do prato. Quando adolescente, eu também tinha um diário e escrevia várias coisas que, na época, faziam muito sentido – hoje é motivo de muitas gargalhadas. É nesse momento que vemos a diferença dos pensamentos, aleatoriamente falando, quando amadurecemos.

 

2. Como surgiu a oportunidade e motivação de escrever “Diário de um Soberbo”?

 

L. M.: Eu comecei a cursar formação em psicanálise, realizando a terapia da escrita. Meu esposo encontrou esse material e sugeriu que eu o tornasse em livro. Dois anos se passaram e eu tive uma experiência Divina, que me tocou profundamente e me deu o nome do livro: Diário de um soberbo. A inspiração veio de Deus, não posso negar. Realmente o livro conseguiu trazer uma nova perspectiva de seguir a carreira literária.

 

3. Qual é a principal mensagem que o seu livro traz aos leitores?

L. M.: Não posso deixar de agradecer a Deus pela oportunidade de escrever essa obra literária. O livro conversa com os leitores sobre temas, muitas vezes dolorosos, de uma forma até bem-humorada, em alguns momentos.

A principal mensagem é: você pode não ser perfeito. Porém, ser um galho torto não impede ninguém de produzir bons frutos. Mas para isto acontecer, é preciso ter um novo olhar para as situações que nos cercam.

 

4. O livro aborda temas de importante debate, como amor, perdão e autoconhecimento. De que forma você acredita que a sua obra pode ajudar a fazer a diferença na sociedade?

 

L. M.: Quantas vezes você já se deparou preocupado com a opinião dos outros? Ou o quanto uma memória do passado tentou influenciar as suas expectativas com o presente? Quem em algum momento da história de vida errou, sem ter como consertar?

 

O livro Diário de um Soberbo mostra que todas essas situações são parte da vida. Chegando à reflexão de que autoconhecimento é importante; que o melhor é dar as mãos ao perdão, tomar um gole de amor e transformar o seu olhar. E saber que o fim é só no fim mesmo; a vida não é novela.

 

5. Como se deu a escolha do nome do protagonista, “Soberbo da Silva”? Por que resolveu chamá-lo assim?

 

L. M.: A ideia é fazer uma ligação direta com cada um de nós, ao trazer a questão da soberba para uma versão comum e inevitável. Assim como o sobrenome “da Silva”, considerado um dos mais usados em nosso país (e até mesmo em Portugal). Um sobrenome comum, assim como também é a soberba. Como quase sempre ninguém gosta muito de ser “da Silva”, ninguém gosta de ser chamado de soberbo.

 

6. Você tem outros projetos literários em mente para o futuro? Se sim, pode adiantar para os leitores?

 

L. M.: Sim, claro! Escrever é um privilégio e um propósito de vida. Tenho outro trabalho escrito específico para essa linha de estilo literário. Não acredito que seja o volume 2 do meu livro, mas acompanha o caminho do crescimento pessoal. É um assunto que não tem fim, então ainda há muito o que ser debatido. Espero em breve poder compartilhar este trabalho com todos.

 

Para saber mais sobre o livro “Diário de um soberbo”, clique aqui!

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