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Das fanfictions ao romance LGBTQIAP+: conheça Stefani Banhete

Tempo de leitura: 3 minutos

Das fanfictions ao romance LGBTQIAP+: conheça Stefani Banhete

Escritora detalha inspirações para lançamento da obra “A Magia que Vem de Dentro”

 

Um livro que representa, de forma saudável e positiva, o amor entre membros da comunidade queer. A Magia Que Vem De Dentro é o novo livro da escritora nacional Stefani Banhete, autora que em 2017 foi finalista do Prêmio Mark Wertz de Literatura.

 

A ideia de escrever para a comunidade queer começou com as fanfictions. “As fanfics são o reino dos escritores LGBTQIAP+ e depois de entrar nesse mundo de cabeça comecei a perceber que não havia livros propriamente ditos que abordassem o amor e a vivência queer na literatura mainstream”, explica. Confira  abaixo mais bastidores da novidade literária da carreira da escritora:

 

Este é seu primeiro livro de fantasia. Como foi a transição de romance de época para este gênero?

Stefani Banhete: Foi bem natural, na verdade. Sempre gostei de contos de fadas e mitologia antiga e tendo crescido assistindo Harry Potter e O Senhor dos Anéis, bem como vários filmes e livros de vampiro, acabou despertando em mim a vontade de escrever fantasia.

 

Quando e como surgiu sua paixão pela escrita?

S. B.: Eu sempre tive uma imaginação fértil, não tendo amigos da minha idade para brincar, essa habilidade acabou se desenvolvendo sozinha. Minha mãe é uma leitora voraz e eu aprendi o hábito com ela, então era só uma questão de tempo até essas duas coisas se juntarem em um livro, mas foi só durante as viagens de ônibus por São Paulo, indo e voltando da faculdade, que senti o ímpeto de colocar minhas ideias no papel.

 

Você afirma que não é uma obra de militância. Qual foi a motivação para escrever um livro que dê visibilidade à comunidade queer?

S. B.: Tudo começou com fanfictions. As fanfics são o reino dos escritores LGBTQIAP+ e depois de entrar nesse mundo de cabeça, comecei a perceber que não havia livros propriamente ditos que abordassem o amor e a vivência queer na literatura mainstream. Desde então, isso melhorou bastante, com títulos como Me Chame Pelo Seu Nome e Heartstopper ganhando adaptações nas telas. Não é meu lugar de fala tratar dos assuntos sensíveis da comunidade LGBTQIAP+, mas o amor é universal, então senti que não só podia, como devia empregar meu talento para dar a essa comunidade os romances leves e felizes que eu sempre tive.

 

Qual é a principal mensagem que a obra traz aos leitores?

S. B.: Que o amor é imprescindível na vida. É um clichê, mas só é clichê porque é verdade. E não importa se esse amor vem da sua família ou dos seus amigos.

 

Algum personagem do livro foi inspirado em sua vivência?

S. B.: Não exatamente. Muitos deles foram inspirados em pessoas que eu admiro. Eu quis traduzir experiências que imagino que todo mundo tenha, ou queira ter. Um grupo de amigos leais, mentores gentis e ter o poder de tomar suas próprias decisões.

 

Está prevista uma continuação para a história?

S. B.: Sim! O segundo volume está quase pronto e estou planejando mais um para fechar uma trilogia. Cada um deles contará a história de personagens diferentes.

 

Você fez alguma pesquisa para escrever o livro. Qual? Quanto tempo levou?

S. B.: Não fiz muitas pesquisas para essa história, mas tive uma ótima consultoria do meu irmão, que joga RPG de mesa há alguns anos. Ele me ajudou muito no world building de Taah-Ren.

 

Sobre a autora: Stefani Banhete nasceu na cidade de São Paulo e mora em Porto Feliz desde criança. É autora de “Entre o Passado e o Coração”, romance de época finalista do Prêmio Mark Wertz de Literatura.

 

Para ler o release completo da obra “A Magia que Vem de Dentro”, clique aqui.

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