• Quem somos
  • Fale com a LC
  • Trabalhe conosco
  • Política de Privacidade
LC - Agência de Comunicação
  • Início
  • Quem somos
  • Produtos e Serviços
    • Assessoria de Imprensa – Press LC
    • Assessoria de Imprensa – Master LC
    • Produção de livros
    • Leitura Coletiva
    • Leitura Crítica
    • Cursos para escritores
    • Mentoria Arquitetos do Livro
    • Mentoria DNA Best-Seller
    • Consultoria com Plano de Marketing
    • Consultoria de Marketing + Criativos LC
    • Assessoria e Consultoria para Editoras
    • Desenvolvimento de Sites
  • Livros Divulgados
    • Autoajuda e Esoterismo
    • Ficção
    • Infantojuvenil
    • Não Ficção
  • Blog
    • Geral
    • Entrevistas
    • Artigos
  • Fale com a LC
  • Trabalhe Conosco
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Início
  • Quem somos
  • Produtos e Serviços
    • Assessoria de Imprensa – Press LC
    • Assessoria de Imprensa – Master LC
    • Produção de livros
    • Leitura Coletiva
    • Leitura Crítica
    • Cursos para escritores
    • Mentoria Arquitetos do Livro
    • Mentoria DNA Best-Seller
    • Consultoria com Plano de Marketing
    • Consultoria de Marketing + Criativos LC
    • Assessoria e Consultoria para Editoras
    • Desenvolvimento de Sites
  • Livros Divulgados
    • Autoajuda e Esoterismo
    • Ficção
    • Infantojuvenil
    • Não Ficção
  • Blog
    • Geral
    • Entrevistas
    • Artigos
  • Fale com a LC
  • Trabalhe Conosco
Sem resultados
Ver todos os resultados
LC - Agência de Comunicação
Sem resultados
Ver todos os resultados

Um mal silencioso que grita cada dia mais

Silvia Cristina Hito*

28 de outubro de 2024
Tempo de leitura: 3 mins de leitura

A Agência Nacional mostra que, a cada 24 horas, ao menos 8 mulheres foram vítimas de violência doméstica em 2023, um aumento de 22,04% de casos em relação a 2022. O 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2024 também demonstra a piora nos indicadores de violência contra a mulher no país: o homicídio e feminicídio, a ameaça e perseguição, as agressões domésticas, a violência psicológica e o estupro foram as modalidades de violência observadas. 

Esses dados são assustadores e infelizmente não retratam toda a realidade das mulheres no país. Quando esses números são analisados, é preciso considerar que muitas vítimas não têm seus casos julgados, se constrangem no momento de denunciar, ou não sabem que sofrem violência. 

Justamente essa falta de conhecimento sobre o que é o machismo e de entendimento sobre as questões emocionais fez com que essa cultura se perpetuasse até hoje em nossa sociedade. Atualmente temos dados porque tudo está mudando, mas a violência contra as mulheres é algo que ocorre há séculos – não somente no Brasil. Por isso, muitas pessoas não se dão conta de que estão passando por abusos, outras que estão abusando e a maioria nem percebe que está contribuindo para a continuidade deste sistema. 

Leia também:

O trauma de infância da República: a polarização que quase matou um presidente

Mundo Cristão confirma ficção infantojuvenil como o maior acerto na 28ª Bienal do Livro de São Paulo

A importância dos laços afetivos para a roda girar no mercado de trabalho

A cultura machista é perpetuada, por exemplo, quando pais, cuidadores e a sociedade dizem para meninos que “homem não chora”. Ela é mantida quando os obriga a reprimir e julgar comportamentos masculinos ligados à demonstração de sentimentos, emoções ou até flexibilidade corporal para dançar, por exemplo. Quando o menino somente é respeitado e visto como forte e corajoso se ele for rígido e viril, isso é uma crueldade, porque fere e desumaniza os homens tornando muitos deles explosivos, violentos e depressivos. 

Imagine esse menino também vendo a violência que sua mãe sofreu de um outro homem que muitas vezes é seu pai? Imagine ter a agressividade como referência de comportamento masculino? Imagine esse menino tendo que reprimir emoções, sentimentos e mecanismos de equilíbrio emocional desde cedo? Quantas feridas e dores emocionais esse menino alimenta dentro de si? Essa cultura machista educou os homens a acreditar que são donos das mulheres e que estas devem se submeter e viver em função de cuidar e servir a eles e ao lar. Os homens não foram criados para serem pai e companheiros (muitos nunca puderam brincar de boneca e casinha). 

Por outro lado, as mulheres foram criadas para casar, ter filhos, servir aos homens e à família, sem o direito de ser alguém além dos papéis sociais, sem direito ao menos de descansar. Desde cedo recebemos brinquedos que nos condicionam a este papel de servir. Numa casa onde se tem filhas mulheres e filhos homens, são sempre as mulheres que cuidam de tudo, da casa, da alimentação e até de colocar o prato na mesa e limpá-los depois. Os homens sempre têm tempo para estarem consigo e com os amigos, as mulheres não. Até pouco tempo, muitas mulheres acabavam sendo mães sem ao menos terem a consciência de que realmente tinham dom para essa missão de tamanha responsabilidade. 

Mesmo com as mudanças dos últimos anos, em que as mulheres buscam sua autonomia e desenvolvimento no mercado de trabalho, ainda assim elas continuam sobrecarregadas, sofrendo violências, desrespeitos e abusos. Enquanto não curarmos nossas feridas e dores interiores, os índices de violência e os desequilíbrios relacionais-sociais continuarão presentes, pois continuaremos, homens e mulheres, a perpetuar comportamentos machistas. 

*Silvia Cristina Hito é especialista em desenvolvimento humano e
organizacional, além de autora do livro “Quem vê cara, não vê o que vai na
alma: superando feridas emocionais para viver plenamente com saúde mental”
 

Redação LC

Redação LC

Somos um time de jornalistas apaixonados por livros e cultura.
Tem uma boa redação? Faça parte da nossa equipe, clique aqui.

Continue lendo:

O trauma de infância da República: a polarização que quase matou um presidente
Artigos

O trauma de infância da República: a polarização que quase matou um presidente

18 de setembro de 2026
Mundo Cristão confirma ficção infantojuvenil como o maior acerto na 28ª Bienal do Livro de São Paulo
Artigos

Mundo Cristão confirma ficção infantojuvenil como o maior acerto na 28ª Bienal do Livro de São Paulo

17 de setembro de 2026
A importância dos laços afetivos   para a roda girar no mercado de trabalho
Artigos

A importância dos laços afetivos para a roda girar no mercado de trabalho

17 de setembro de 2026
Editora Vida reúne autores de referência em fé na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
Artigos

Editora Vida reúne autores de referência em fé na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

17 de setembro de 2026
Inscrever
Login
Notificar sobre
guest
guest
0 Comentários
[the_ad id="21159"]

Inscreva-se para receber nossas notícias em primeira mão

Escritórios em: São Paulo/SP e Jaraguá do Sul/SC
contato@lcagencia.com.br | comercial@lcagencia.com.br
Editoras atendidas pela LC:

© 2026 – Feito com 💖 por Equipe LC

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Início
  • Quem somos
  • Produtos e Serviços
  • Livros Divulgados
    • Autoajuda e Esoterismo
    • Ficção
    • Infantojuvenil
    • Não Ficção
  • Notícias
    • Geral
    • Entrevistas
    • Artigos
  • Fale com a LC
  • Trabalhe conosco
wpDiscuz