• Quem somos
  • Fale com a LC
  • Trabalhe conosco
  • Política de Privacidade
LC - Agência de Comunicação
  • Início
  • Quem somos
  • Produtos e Serviços
    • Assessoria de Imprensa – Press LC
    • Assessoria de Imprensa – Master LC
    • Produção de livros
    • Leitura Coletiva
    • Leitura Crítica
    • Cursos para escritores
    • Mentoria Arquitetos do Livro
    • Mentoria DNA Best-Seller
    • Consultoria com Plano de Marketing
    • Consultoria de Marketing + Criativos LC
    • Assessoria e Consultoria para Editoras
    • Desenvolvimento de Sites
  • Livros Divulgados
    • Autoajuda e Esoterismo
    • Ficção
    • Infantojuvenil
    • Não Ficção
  • Blog
    • Geral
    • Entrevistas
    • Artigos
  • Fale com a LC
  • Trabalhe Conosco
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Início
  • Quem somos
  • Produtos e Serviços
    • Assessoria de Imprensa – Press LC
    • Assessoria de Imprensa – Master LC
    • Produção de livros
    • Leitura Coletiva
    • Leitura Crítica
    • Cursos para escritores
    • Mentoria Arquitetos do Livro
    • Mentoria DNA Best-Seller
    • Consultoria com Plano de Marketing
    • Consultoria de Marketing + Criativos LC
    • Assessoria e Consultoria para Editoras
    • Desenvolvimento de Sites
  • Livros Divulgados
    • Autoajuda e Esoterismo
    • Ficção
    • Infantojuvenil
    • Não Ficção
  • Blog
    • Geral
    • Entrevistas
    • Artigos
  • Fale com a LC
  • Trabalhe Conosco
Sem resultados
Ver todos os resultados
LC - Agência de Comunicação
Sem resultados
Ver todos os resultados

A sedução de mudar a História

Camilo Farias é advogado e autor do livro "A Assassina de Berlim", thriller noir que combina espionagem, conflitos históricos, relações afetivas e dilemas morais 

21 de outubro de 2026
Tempo de leitura: 3 mins de leitura

Camilo Farias  

Em alguma rede social, li um escritor ou escritora afirmar escrever para “deixar uma marca no mundo”. Reagi com a estranheza dos divergentes, mas sabendo tratar-se de caso em que a minoria sou eu: nem todos se bastam com trabalhar, viajar, beber demais às vezes, envelhecer ou morrer cedo, sendo lembrado apenas pela dúzia de almas queridas a quem chamamos “os de verdade”. Há quem anseie participar de algo maior, seja marcando uma parede de pedra nua em argila avermelhada, seja pegando em armas para derrubar um governo alegadamente tirânico ou ditatorial.  

“Eu vivia em um mito, em uma mitologia que me levava a raciocinar e a pensar”. Segundo Alberto Franceschini, um dos fundadores das Brigate Rosse italianas, esse espírito o habitava quando, em março de 1972, participou do sequestro do gerente da empresa Siemens, Idalgo Macchiarini. Tornou-se célebre a fotografia de Idalgo em cativeiro, olhos arregalados, expressão temerosa sob a mira de armas. Abaixo de seu rosto, um cartaz exclamava dizeres como “Golpear um para educar cem!”  

Leia também:

A LESTE DO ÉDEN É UMA DAS MELHORES ESTREIAS DA TEMPORADA

Animês: agentes de formação cultural no Brasil?

O espelho do infinito

Não há nada de condenável em querer produzir efeitos no mundo. Pelo contrário, é da percepção de que nossas ações influenciam a vida pública que surge a disposição para participar dela. Deixa-se de ser espectador e passa-se a personagem, e talvez aí resida a face da sedução; hoje em dia existem as redes, o pertencimento a um grupo (ou bolha) ganhou o reforço do algoritmo e o conforto da virtualidade. A injustiça veiculada no noticiário ou post exige uma opinião, uma reação que pode se dar por algum comentário, ou reel, não sendo mais tão necessário apontar armas para gerentes de fábricas.  

Nesse sentido, e quanto a Franceschini, ele reconheceu que, na mitologia de sua militância, “o fim justificava os meios”. Anos mais tarde, passou a sustentar o contrário: “os meios são os fins”, são permeáveis, contaminam-se: “Se você acredita que o mundo, o mundo do futuro, deve ser um lugar de paz, não pode tentar alcançá-lo usando instrumentos de guerra.”  

Para alguns indivíduos, é muito importante ser importante. Ao encontro desse desejo, talvez os meios tenham atenuado os custos e atuar na História parece ser mais fácil. A questão de fundo, todavia, se torna mais importante e incômoda, pois exige apontar o dedo para o ente chamado “eu” e medir se este carrega as ferramentas capazes de deixar uma marca que mereça permanecer. Uma marca que valha ser gravada.  

Camilo Farias é advogado e autor do livro “A Assassina de Berlim”, thriller noir que combina espionagem, conflitos históricos, relações afetivas e dilemas morais 

Redação LC

Redação LC

Somos um time de jornalistas apaixonados por livros e cultura.
Tem uma boa redação? Faça parte da nossa equipe, clique aqui.

Continue lendo:

A LESTE DO ÉDEN É UMA DAS MELHORES ESTREIAS DA TEMPORADA
Artigos

A LESTE DO ÉDEN É UMA DAS MELHORES ESTREIAS DA TEMPORADA

21 de outubro de 2026
Animês: agentes de formação cultural no Brasil?
Artigos

Animês: agentes de formação cultural no Brasil?

21 de outubro de 2026
O espelho do infinito
Artigos

O espelho do infinito

21 de outubro de 2026
Qual é o papel da narrativa literária na reflexão ética sobre a alteridade?
Artigos

Qual é o papel da narrativa literária na reflexão ética sobre a alteridade?

20 de outubro de 2026
Inscrever
Login
Notificar sobre
guest
guest
0 Comentários
[the_ad id="21159"]

Inscreva-se para receber nossas notícias em primeira mão

Escritórios em: São Paulo/SP e Jaraguá do Sul/SC
contato@lcagencia.com.br | comercial@lcagencia.com.br
Editoras atendidas pela LC:

© 2026 – Feito com 💖 por Equipe LC

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Início
  • Quem somos
  • Produtos e Serviços
  • Livros Divulgados
    • Autoajuda e Esoterismo
    • Ficção
    • Infantojuvenil
    • Não Ficção
  • Notícias
    • Geral
    • Entrevistas
    • Artigos
  • Fale com a LC
  • Trabalhe conosco
wpDiscuz