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A arte como memória viva

Por Marcos Goes*

28 de janeiro de 2026
Tempo de leitura: 2 mins de leitura

A arte sempre foi uma forma de remontar e contar histórias silenciadas. Ela registra o que se perdeu no tempo, traz luz às comunidades que ficaram à sombra e devolve humanidade aos marginalizados. No Brasil, quando falamos dos indígenas, isso é ainda mais urgente. Porque a tentativa de apagamento não é apenas simbólica, é física, territorial, cultural e histórica. E continua acontecendo. 

Em “Povo Vivo”, remonto a história e temas cruciais da memória de quem está lutando pelo hoje. Dessa forma, é possível lembrar rostos, nomes e vozes das lideranças que estão aí, enaltecer as conquistas gigantes, títulos e premiações das pessoas que inspiram, ensinam, protegem e reinventam caminhos. Homenageá-los enquanto estão vivos é reconhecer o valor do que constroem. É afirmar que a sabedoria indígena não pertence ao passado, mas pulsa no presente. 

Ao revisitarmos alguns massacres e conflitos, não queremos alimentar a dor, mas iluminar a coragem ancestral que alimenta nossa sede de lutar pela natureza. Muitos episódios sangrentos constituem a memória desse país, retalhado, repleto de feridas, mas que segue marcado pela beleza resiliente de povos capazes de reinventar futuro. 

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Reconhecer a história e a visão desses povos é uma verdadeira homenagem: à natureza, à resistência dos líderes indígenas que, com sua presença e ativismo, tentam assegurar às gerações futuras uma herança viva. E é exatamente aqui onde a arte se torna fundamental. Ela quebra as barreiras de qualquer silêncio, eterniza, educa e chama para viver. 

As pessoas só conhecerão as lideranças de hoje se nós, artistas, escritores, jornalistas, educadores, leitores, contarmos suas histórias. Não apenas para lembrar as lutas, mas para compreender que cada território, conhecimentos preservados e crianças indígenas falando a própria língua são vitórias civilizatórias, e precisam ser celebradas. 

Exaltá-los é oferecer-lhes a dignidade tantas vezes negada, é revelar às próximas gerações um passado como guia e encontrar nele inspiração, força e pertencimento. É afirmar que o Brasil não existe sem seus povos originários e o futuro real do planeta não é possível sem que eles vivam, respeitados e ouvidos. 

A arte, quando comprometida com a história, torna-se uma forma de justiça. Desejo que ela permaneça sendo o espaço onde o Brasil real enfim se reconhece. 

Marcos Goes é artista natural, ativista e escritor de
Povo Vivo – Lideranças indígenas brasileiras resistentes. 

Redação LC

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