• Quem somos
  • Fale com a LC
  • Trabalhe conosco
  • Política de Privacidade
LC - Agência de Comunicação
  • Início
  • Quem somos
  • Produtos e Serviços
    • Assessoria de Imprensa – Press LC
    • Assessoria de Imprensa – Master LC
    • Produção de livros
    • Leitura Coletiva
    • Leitura Crítica
    • Cursos para escritores
    • Mentoria Arquitetos do Livro
    • Mentoria DNA Best-Seller
    • Consultoria com Plano de Marketing
    • Consultoria de Marketing + Criativos LC
    • Assessoria e Consultoria para Editoras
    • Desenvolvimento de Sites
  • Livros Divulgados
    • Autoajuda e Esoterismo
    • Ficção
    • Infantojuvenil
    • Não Ficção
  • Blog
    • Geral
    • Entrevistas
    • Artigos
  • Fale com a LC
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Início
  • Quem somos
  • Produtos e Serviços
    • Assessoria de Imprensa – Press LC
    • Assessoria de Imprensa – Master LC
    • Produção de livros
    • Leitura Coletiva
    • Leitura Crítica
    • Cursos para escritores
    • Mentoria Arquitetos do Livro
    • Mentoria DNA Best-Seller
    • Consultoria com Plano de Marketing
    • Consultoria de Marketing + Criativos LC
    • Assessoria e Consultoria para Editoras
    • Desenvolvimento de Sites
  • Livros Divulgados
    • Autoajuda e Esoterismo
    • Ficção
    • Infantojuvenil
    • Não Ficção
  • Blog
    • Geral
    • Entrevistas
    • Artigos
  • Fale com a LC
Sem resultados
Ver todos os resultados
LC - Agência de Comunicação
Sem resultados
Ver todos os resultados

A violência contra as mulheres também veste crachá

Por Renata Seldin

10 de abril de 2026
Tempo de leitura: 3 mins de leitura

Com uma semana de atraso do Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres (25/11), vimos uma sucessão de casos graves de feminicídio e novas pesquisas sobre o aumento da violência doméstica. Mas também nos deparamos com notícias na contramão desse cenário: o governo criou uma pensão especial para filhos de vítimas de feminicídio, paga pelo INSS, garantindo um salário mínimo mensal até os 18 anos mediante requisitos de renda e comprovação do crime. O benefício, previsto para iniciar em dezembro de 2025, foi regulamentado pelo Decreto nº 12.636/2025. 

O Congresso também tem promovido alterações na Lei Maria da Penha, como a Lei nº 15.125/2025, que permite a monitoração eletrônica do agressor durante medidas protetivas. Além disso, 6 de dezembro marcou o Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência Contra as Mulheres (Lei 11.489/2007), reforçando a corresponsabilidade masculina.  

Apesar de todos esses avanços, ainda falamos muito pouco da violência contra a mulher no ambiente de trabalho. Basta começar pelo que se espera de um colaborador “normal”: ser pontual, entregar mais do que o esperado, vestir a camisa. Mas e de uma colaboradora? Acrescente: vestir-se de forma “adequada”, “ser forte”, encarar tudo “como um homem”. Não se ausentar em crises menstruais. Fazer vista grossa para comentários e comportamentos inadequados. 

Leia também:

13º salário pode ser o início da independência financeira

O que se espera da mulher no mercado de trabalho?

A ficção científica salvará a humanidade

Em muitos ambientes, espera-se que mulheres deixem parte de quem são na porta e entrem descomplicadas, neutras e produtivas. É desse padrão de exigência e silêncio que nasce boa parte da violência que enfrentam no trabalho. 

E essa violência não é só o assédio. Às vezes, é a reunião em que se tenta falar e não consegue. O chefe que sabe como desestabilizar. O olhar que diminui. A promoção que não vem. O salário menor que o do colega homem. 

Para quem já precisou sobreviver a outros medos, cada microagressão desperta gatilhos que não desligam facilmente. E é aqui que a violência encontra o burnout. Pesquisas recentes mostram que trabalhadores expostos à violência psicológica têm risco significativamente maior de desenvolver burnout. Não é difícil entender o porquê: quando o corpo aprende a sobreviver, não relaxa mais; a mente se acostuma a mapear perigos; o ambiente reforça a sensação de desproteção; a exaustão deixa de ser fase e vira modo de existência. 

Numa semana em que falamos tanto das agressões explícitas, é preciso lembrar que muitas mulheres adoecem silenciosamente em empresas que não reconhecem a violência que se infiltra nas entrelinhas, nos aspectos moral, emocional e institucional. O ambiente de trabalho segue sendo um dos espaços onde a violência contra mulheres se reproduz com mais sutileza e menos responsabilização. Reconhecer isso não é fragilidade. É responsabilidade corporativa. 

Ao lembrar que violência também se mede em interrupções, silenciamentos e pequenas erosões diárias da nossa voz, podemos construir ambientes seguros, lutando por dignidade, autonomia e futuro. 

No 25/11, no 06/12 e em todos os outros dias do ano, falar sobre isso é permitir que mulheres existam inteiras, sem esconder traumas ou viver no silêncio. Que o trabalho deixe de ser território de sobrevivência e possa, finalmente, ser um espaço de vida. 

*Renata Seldin é doutora em Gestão da Inovação, com mais de 24 anos de experiência como executiva em consultoria de gestão. Também autora de “As perdas no caminho”, ministra palestra sobre carreira e compartilha informações sobre o assunto nas redes sociais (Instagram: @renata_seldin).  

Redação LC

Redação LC

Somos um time de jornalistas apaixonados por livros e cultura.
Tem uma boa redação? Faça parte da nossa equipe, clique aqui.

Continue lendo:

5 frases que ajudam a nomear sentimentos
Artigos

5 frases que ajudam a nomear sentimentos

10 de abril de 2026
Fandango Caiçara: uma tradição que permanece (no tempo)
Artigos

Fandango Caiçara: uma tradição que permanece (no tempo)

10 de abril de 2026
Amor de mãe cura tudo?
Artigos

Amor de mãe cura tudo?

10 de abril de 2026
Sonhar ou não sonhar? Isso não é uma aquisição
Artigos

Sonhar ou não sonhar? Isso não é uma aquisição

10 de abril de 2026
Inscrever
Login
Notificar sobre
guest
guest
0 Comentários
Feedbacks em linha
Ver todos os comentários
[the_ad id="21159"]
Inscreva-se para receber nossas notícias em primeira mão
Escritórios em: São Paulo/SP e Jaraguá do Sul/SC
contato@lcagencia.com.br | comercial@lcagencia.com.br
Editoras atendidas pela LC:

© 2025 – Feito com 💖 por Equipe LC

close button
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Início
  • Quem somos
  • Produtos e Serviços
  • Livros Divulgados
    • Autoajuda e Esoterismo
    • Ficção
    • Infantojuvenil
    • Não Ficção
  • Notícias
    • Geral
    • Entrevistas
    • Artigos
  • Fale com a LC
  • Trabalhe conosco
wpDiscuz