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Amazônia em tempos de cinzas: romance expõe os horrores da ditadura militar

Em “Quando Caem as Cinzas”, o médico e escritor Carlos Augusto Ferreira Galvão resgata a memória da repressão no Araguaia por meio de um romance que mistura lirismo, denúncia e resistência

14 de agosto de 2025
Tempo de leitura: 4 mins de leitura

Num Brasil sufocado pela ditadura militar, um jovem médico se vê enredado em uma das páginas mais violentas e silenciadas da história nacional. No romance Quando Caem as Cinzas — Desventuras amazônicas na noite brasileira, Carlos Augusto Ferreira Galvão dá voz às cicatrizes deixadas pela repressão armada no sul do Pará, região marcada pela guerrilha do Araguaia. A obra mescla ficção e realidade em uma narrativa potente sobre tortura, coragem e memória. 

O protagonista é Benedito, recém-formado e idealista, que decide iniciar sua carreira médica em Marabá, sem imaginar que encontrará uma Amazônia incendiada por conflitos políticos. Em meio às contradições de um país em guerra contra si mesmo, ele se depara com o drama de civis desaparecidos, perseguições e mortes promovidas pelos órgãos de repressão. Na tentativa de permanecer ético e humano, o médico se envolve com a causa dos camponeses e guerrilheiros, acabando ele próprio como alvo da violência do regime. 

Vesti-me e fiquei a esperar a tal segunda ordem numa cadeira da varanda,
vendo a bola marrom, e cada vez mais opaca, em que se tinha transformado o
sol morrer sem uma gota de beleza ou poesia (…) Ao longe, os dois soldados
acendiam grandes fogueiras, e conseguia-se ver os cadáveres sendo jogados
nelas para serem reduzidos a cinzas. Pensei comigo que estavam destruindo
provas (…) Nesta constatação, percebi a fragilidade da minha vida e não pude
evitar o pensamento: o que ainda estaria reservado para mim?
Quando Caem as Cinzas — Desventuras amazônicas na noite brasileira, p.162

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Com estrutura em primeira pessoa e alternância de tempo narrativo, o livro constrói uma saga que oscila entre o trágico e o poético, misturando lembranças pessoais, elementos históricos e reflexões sobre o papel do indivíduo diante do autoritarismo. Benedito é mais do que um personagem: ele é símbolo de uma juventude que se negou a calar diante das injustiças. Ao lado dele, surgem figuras marcantes da resistência, como líderes rurais, militantes e cidadãos comuns, todos marcados pelas cinzas de um tempo sombrio. 

“É muito pertinente para os jovens, pois a verdadeira história da ditadura iniciada em 1964 não pode ser esquecida”, afirma o autor. Carlos faz de sua escrita uma ferramenta de preservação da memória e de denúncia, numa literatura comprometida com a verdade histórica. 

Quando Caem as Cinzas é, sobretudo, um chamado à lembrança. Em tempos de revisionismos e apagamentos, o romance ecoa como um grito de alerta: para que não se esqueça, para que nunca mais aconteça. 

FICHA TÉCNICA
Título: Quando Caem as Cinzas — Desventuras amazônicas na noite brasileira
Autor: Carlos Augusto Ferreira Galvão
Editora: Appris
ISBN: 978-65-250-6484-0
Páginas: 313
Preço: R$ 75,00
Onde comprar: Amazon
Baixe a capa do livro em alta AQUI.
Baixe a foto do autor em alta AQUI.

Sobre o autor: Nascido em Santarém (PA), Carlos Augusto Ferreira Galvão formou-se médico pela Universidade Federal do Pará e reside em São Paulo, onde exerce a especialidade de psiquiatria. Além de ”Quando Caem as Cinzas”, ele é autor do romance ”A Terra de Tupã” e escreve poesia e crônicas em coletâneas e antologias da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores (SOBRAMES-SP), da qual foi presidente entre 2001 e 2002 e 2013 e 2014. 

Rede social do autor: Instagram

Tags: Ficção
Redação LC

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