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Os monstros se escondem à luz do dia

Com humor ácido e crítica social, a fantasia urbana “A mulher de negro” apresenta uma São Paulo onde nenhum personagem é o que parece ser

6 de novembro de 2025
Tempo de leitura: 4 mins de leitura

Em A mulher de negro, fantasia urbana escrita por Fabricio Azevedo, nem todos os habitantes de São Paulo são propriamente humanos. Os alapados, seres híbridos e metamorfos, moram na cidade mais populosa das américas sem que ninguém sequer desconfie de sua existência, porque parecem moradores como outros quaisquer. Alguns são empregados, têm endereço e até pagam impostos, mas essas criaturas ocultas preferem a noite, quando podem caçar, esconder-se e, no primeiro sinal da luz do dia, voltar às suas tocas, ninhos e tumbas. 

Neste mundo desconhecido às pessoas comuns, um personagem foge à regra: Lucius. Enfermeiro, desde cedo lida com o peso de ter o “dom da visão”, herdado da mãe e da avó. Foi diagnosticado com esquizofrenia, caiu em vícios e precisou aceitar trabalhos que, durante a carreira, apenas ficaram sucessivamente piores. Tudo muda a partir do momento em que ele vê uma sombra sugando a energia de seu paciente e a empurra. Porém, ela é um estranho aracnídeo gigantesco que, ao ser descoberta, torna Lucius seu próximo alvo. 

Vítima desse ser, o protagonista foge — até que encontra Joana, uma caçadora de criaturas, e sua leal amiga, Lilith. Quando as duas descobrem que ele está sendo perseguido por uma entidade extinta há séculos, inicia-se uma perseguição perigosa que colocará em risco suas vidas e desestabilizará o equilíbrio do mundo. 

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Toda cidade opera por certas regras. Paris é a cidade luz, em mais de um sentido do
que as pessoas imaginam. Roma é eterna, em mais de uma direção. Uma das regras
mais sagradas de São Paulo é que não interessa a hora ou para onde você vá, cedo
ou tarde, você encontrará um congestionamento intransponível que durará até esgotar
suas últimas reservas de paciência. Joana parou a moto. Mesmo pela calçada seria
impossível passar. No corredor entre os automóveis, havia uma fila de outras motos
esperando sua vez. O Carrapato estava se aproximando e com tantas pessoas em
volta, lutar ali não era uma opção.

A mulher de negro, p. 74

Fabricio Azevedo apresenta uma narrativa não linear, na qual os mesmos acontecimentos são contados em diferentes pontos de vistas, até chegar ao final. Com referências a letras de músicas, lendas urbanas, momentos históricos e curiosidades sobre importantes figuras do passado, a obra constrói uma trama que convida os leitores não somente a imergir em um universo fantástico, mas a explorar um mundo que também atravessa a realidade. 

Lançamento inaugural de uma saga, cuja sequência intitulada de Joana e a Quinta Deusa está prevista para ser publicada no primeiro semestre de 2026, A mulher de negro mescla uma jornada intensa de reviravoltas com uma análise social crítica e um humor ácido. Entre as páginas, o livro destrincha as consequências dos preconceitos e das desigualdades que impactam o cotidiano dos personagens, além de trazer um olhar para os problemas de uma metrópole, que, assim como os alapados, escondem-se à vista de todos. 

FICHA TÉCNICA
Título: A mulher de negro
Autor: Fabricio Azevedo
ISBN: 978-65-5074-197-6
Páginas: 154
Preço: R$ 38,90 (físico) | R$ 27,20 (e-book)
Onde comprar: Amazon | Editora Perensin
Baixe a capa do livro em alta AQUI.
Baixe a foto do autor em alta AQUI.

Sobre o autor: Fabricio Azevedo é jornalista formado pela UnB, com graduação em Publicidade e Marketing, além de mestrado em História e pós-graduação em Economia para Jornalistas. Atua como assessor de comunicação no Superior Tribunal de Justiça (STJ), colaborador da Revista Digital da UBC e colunista da Editora Perensin. Nascido em Juiz de Fora (MG), escreve desde jovem e agora estreia no universo literário com A Mulher de Negro, seu primeiro romance. 

Rede social do autor: Instagram 

Tags: Ficção
Redação LC

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