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Promessas de Ano Novo e a ilusão do “agora vai”

*Marcelo Hugo da Rocha

12 de novembro de 2025
Tempo de leitura: 3 mins de leitura

Todo fim de ano vem acompanhado do mesmo ritual: taças erguidas, fogos no céu e uma lista mental de promessas que, no calor da virada, parecem perfeitamente possíveis. “Dessa vez vai ser diferente”, repetem muitos, embalados pela euforia coletiva. No entanto, a ciência do comportamento mostra que esse entusiasmo dura pouco, e que as boas intenções raramente sobrevivem ao carnaval. Pesquisas indicam que a maioria das metas de Ano Novo fracassa antes do fim de fevereiro. O motivo? Expectativas irreais, falta de planejamento emocional e o velho conhecido: o falso otimismo que confunde desejo com prontidão. 

Metas falham por má estrutura e não por má vontade. Criar uma lista de resoluções sem entender as emoções que a sustentam é como tentar construir uma casa sem fundação. A força de vontade é um recurso limitado, esgota-se com o tempo e com o estresse, como um músculo que cansa. Por isso, confiar apenas nela para manter a disciplina costuma levar à frustração. Ademais, muitos confundem empolgação com motivação duradoura. Como mostra a psicologia, a melhor é aquela que nasce do alinhamento entre o que se quer e o que faz sentido, a chamada motivação intrínseca. 

Quando a meta não conversa com valores internos, a procrastinação encontra terreno fértil. Outro equívoco é tentar mudar tudo de uma vez. Grandes transformações dependem de pequenas vitórias cumulativas. Os micro-hábitos são um bom exemplo: ajustes sutis e consistentes que reprogramam o cérebro para mudanças sustentáveis. Em vez de metas genéricas como “vou ser mais saudável”, prefira algo concreto: “farei uma caminhada de 15 minutos antes do café da manhã, segundas, quartas e sextas”. Cada pequena ação é uma prova de que o recomeço está em curso. 

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Mas não basta agir mecanicamente. A mudança só se mantém quando acompanhada de regulação emocional: a capacidade de reconhecer e lidar com as emoções que sabotam o progresso. Medo, ansiedade, culpa e autocrítica são obstáculos que paralisam decisões e alimentam o ciclo de adiamento. A saída é desenvolver consciência emocional: identificar o que se sente diante da meta, acolher o desconforto e seguir mesmo assim.  

Aqui está um roteiro prático para transformar promessas em conquistas em três passos simples: 

1 – Autoavaliação – Reflita sobre o que tem significado para você e por que deseja mudar. 

2 – Microplanejamento – Divida o objetivo em pequenas etapas concretas e mensuráveis. 

3 – Regulação emocional – Observe suas reações diante dos obstáculos e ajuste o ritmo sem culpa. 

A virada de ano pode inspirar, mas não transforma por si só. A mudança acontece quando o entusiasmo da meia-noite se converte em hábitos diurnos, sustentados por paciência, autoconhecimento e gentileza consigo mesmo. Porque, no fim das contas, o futuro não começa em 1º de janeiro, e sim, no primeiro passo que você escolhe dar hoje. 

*Marcelo Hugo da Rocha é psicólogo clínico e
autor do livro “A Psicologia da Procrastinação”

Redação LC

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