• Quem somos
  • Fale com a LC
  • Trabalhe conosco
  • Política de Privacidade
LC - Agência de Comunicação
  • Início
  • Quem somos
  • Produtos e Serviços
    • Assessoria de Imprensa – Press LC
    • Assessoria de Imprensa – Master LC
    • Produção de livros
    • Leitura Coletiva
    • Leitura Crítica
    • Cursos para escritores
    • Mentoria Arquitetos do Livro
    • Mentoria DNA Best-Seller
    • Consultoria com Plano de Marketing
    • Consultoria de Marketing + Criativos LC
    • Assessoria e Consultoria para Editoras
    • Desenvolvimento de Sites
  • Livros Divulgados
    • Autoajuda e Esoterismo
    • Ficção
    • Infantojuvenil
    • Não Ficção
  • Blog
    • Geral
    • Entrevistas
    • Artigos
  • Fale com a LC
  • Trabalhe Conosco
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Início
  • Quem somos
  • Produtos e Serviços
    • Assessoria de Imprensa – Press LC
    • Assessoria de Imprensa – Master LC
    • Produção de livros
    • Leitura Coletiva
    • Leitura Crítica
    • Cursos para escritores
    • Mentoria Arquitetos do Livro
    • Mentoria DNA Best-Seller
    • Consultoria com Plano de Marketing
    • Consultoria de Marketing + Criativos LC
    • Assessoria e Consultoria para Editoras
    • Desenvolvimento de Sites
  • Livros Divulgados
    • Autoajuda e Esoterismo
    • Ficção
    • Infantojuvenil
    • Não Ficção
  • Blog
    • Geral
    • Entrevistas
    • Artigos
  • Fale com a LC
  • Trabalhe Conosco
Sem resultados
Ver todos os resultados
LC - Agência de Comunicação
Sem resultados
Ver todos os resultados

Hora de se libertar do tempo para viver bem e feliz, afirma escritor Carlos Henrique Costa1

Inspirado nas próprias vivências, autor carioca presenteia os leitores com sonetos sobre a arte do existir

28 de setembro de 2022
Tempo de leitura: 4 mins de leitura

O HOMEM SEM RELÓGIO: Sonetos Dissonantes é uma acolhida de Carlos Henrique Costa ao homem ocidental que segue incessantemente em busca de escapar do tempo – sempre tão curto –, para viver melhor e com plenitude.  

Endossada pelo poeta e crítico Alexei Bueno, a obra em forma de sonetos é um verdadeiro depoimento literário sobre um período vivenciado pelo próprio autor, como homem e artista. A junção dos poemas revela uma história sobre a compulsória missão de existir, assim como destaca a autêntica forma em que as pessoas vivem sem pensar nela.

Confira a entrevista inédita com o autor:

Leia também:

A importância dos laços afetivos para a roda girar no mercado de trabalho

A importância dos laços afetivos para a roda girar no mercado de trabalho

5 maneiras de promover o contato das crianças com a natureza no dia a dia

1. Quando e como surgiu sua paixão pela escrita?

Carlos Henrique Costa: Logo cedo, na infância, convivi de perto e intensamente com as palavras. Além das aulas de língua portuguesa do colégio, eu ainda tinha o reforço de uma “explicadora”, professora particular da época. Assim, consolidou-se em mim uma ótima base no idioma e, além, um prazer até sinestésico, já que o papel tinha o cheirinho de mimeógrafo, era gostoso de pegar, assim como o som dele ao ser dobrado. E a “tia” me passava muitos exercícios de caligrafia.

Passei a gostar de escrever como se estivesse desenhando, sentia prazer ao ver o resultado visual das letras. Junto a isso, eu adorava ler em voz alta, ou em sala de aula, ou estudando em casa. Era o melhor aluno de português, com destaque para as redações. Depois, no início da adolescência, aos 14 anos, tive o primeiro poema, “Ausência”, publicado e mencionado pelo professor de literatura como exemplo de síntese, já que, segundo ele, o texto dizia muito em poucos versos.

2. Como surgiu a oportunidade e motivação de escrever “O HOMEM SEM RELÓGIO”?

C. H. C.: Meu livro anterior, “Lira dos sentidos”, saiu em 2014. E foi bem realizado, como bem avalizado: a contracapa quem assinou foi o crítico, poeta e tradutor Ivan Junqueira (in memoriam). Pensei: “Preciso fazer algo novo, ou, ao menos, que dialogue com o segundo livro de poesia”. Daí que, um dia, exausto, após várias horas de labor concentrado, sinto o pulso esquerdo apertado, até marcado pela pulseira do relógio.

Então, retiro-o imediatamente e, ao pousá-lo na estante, falo convicto: “Chega! Agora serei o homem sem relógio”. Um impulso, e nascia o poema, posteriormente ampliado em livro. Além disso, moveu-me o anseio de completar a trilogia de livros de poemas com temática voltada para o tempo, resolvendo publicar após sete anos de gestação vivencial e artística.

3. Qual é a principal mensagem que o livro traz ao leitor?

C. H. C.: Creio ser a constatação de que o presente deve ser vivido com intensidade, com o máximo de solução possível, ou seja, mistura concentrada entre o eu e o outro, na medida certa para cada um. Entre ruínas e fortunas, o ser humano precisa descobrir, assumir e cumprir seu próprio caminho. Nisso reside a dádiva de existir.

Em outras palavras, na medida em que é o desejo quem nos move rumo ao instante, ao agora, ao hoje, a tendência é haver uma libertação individual e coletiva das amarras, distrações e burocracias do cotidiano. Ou seja, é o amor o grande responsável por jogarmos fora o relógio.

4. Na obra o elemento principal é o tempo. Nos dias de hoje, como aproveitar o tempo da melhor forma possível e viver com amor e plenitude?

 Em meio a uma avalanche de informações que fatalmente nos distraem com seus encantos, o maior desafio é filtrá-las, a ponto de mixá-las para a posterioridade, transformá-las em conhecimento, concentrando-se, sobretudo, no autoconhecimento, numa espécie de tentativa minimalista de ser: menos é mais.

Ou seja, extrair do joio do trigo a fim de fazer o pão único e individual, sem o qual nos condenamos ao infortúnio, mas com o qual nos movemos em rumo permanente ao autoencontro, feliz e pacificador.

5. “O HOMEM SEM RELÓGIO” é o seu livro mais recente; você tem outros projetos literários em mente para o futuro?

Tenho. Há tempos me seduz a ideia de fazer um livro de prosa, talvez um combo de contos e crônicas. Inclusive, por ser algo novo para mim. Já estou reunindo material o bastante para realizar o projeto. Falta selecionar, organizar e maturar os originais. Afinal, tem muito a ver com minha poética, pois ela tange muito o estilo prosaístico, escorreito e mais próximo do coloquial. 

SOBRE O AUTOR: Carlos Henrique Costa é poeta, contista e jornalista. Bacharel e licenciado em Letras pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), publicou dois livros de poemas: “Tempo desejo” (2006) e “Lira dos sentidos” (2014). Recentemente, participou das seguintes antologias: “Poesia Agora”, “Rasgando a mordaça” e “Conto Brasil”.

 

Para saber mais sobre o livro “O HOMEM SEM RELÓGIO”, clique aqui!

Redação LC

Redação LC

Somos um time de jornalistas apaixonados por livros e cultura.
Tem uma boa redação? Faça parte da nossa equipe, clique aqui.

Continue lendo:

A importância dos laços afetivos   para a roda girar no mercado de trabalho
Entrevistas

A importância dos laços afetivos para a roda girar no mercado de trabalho

21 de setembro de 2026
A importância dos laços afetivos   para a roda girar no mercado de trabalho
Entrevistas

A importância dos laços afetivos para a roda girar no mercado de trabalho

18 de setembro de 2026
5 maneiras de promover o contato das crianças com a natureza no dia a dia
Entrevistas

5 maneiras de promover o contato das crianças com a natureza no dia a dia

17 de setembro de 2026
O silêncio também precisa de espaço
Entrevistas

O silêncio também precisa de espaço

17 de setembro de 2026
Inscrever
Login
Notificar sobre
guest
guest
0 Comentários
[the_ad id="21159"]

Inscreva-se para receber nossas notícias em primeira mão

Escritórios em: São Paulo/SP e Jaraguá do Sul/SC
contato@lcagencia.com.br | comercial@lcagencia.com.br
Editoras atendidas pela LC:

© 2026 – Feito com 💖 por Equipe LC

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Início
  • Quem somos
  • Produtos e Serviços
  • Livros Divulgados
    • Autoajuda e Esoterismo
    • Ficção
    • Infantojuvenil
    • Não Ficção
  • Notícias
    • Geral
    • Entrevistas
    • Artigos
  • Fale com a LC
  • Trabalhe conosco
wpDiscuz