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“O bom humor sempre amplifica o alcance de uma reflexão”

Em entrevista, o autor Israel Pinheiro explica como destrinchou desigualdades sociais brasileiras em livro sobre o Natal

20 de dezembro de 2024
Tempo de leitura: 5 mins de leitura

Israel Pinheiro publicou 3 Natais Recifenses para explorar, a partir de vivências tipicamente brasileiras, os sentimentos intensos que a época desperta: esperança e a satisfação dos reencontros, mas também a saudade e o luto. Por meio de uma linguagem bem-humorada, com desfechos leves e otimistas, os três contos que compõem o livro homenageiam a capacidade do povo brasileiro em ser resiliente mesmo diante das adversidades. 

Em entrevista, o premiado autor comentou sobre a importância de resgatar o espírito solidário nesta época de festas de fim de ano e destacou ainda o papel da literatura como catalizadora de pautas sociais, com debates sobre a desigualdade de classe e a valorização da identidade cultural do país. Confira: 

1 – O que o inspirou a explorar o tema do Natal em Recife e suas complexidades sociais? Existe alguma experiência pessoal ou memória que influenciou a escrita dessas histórias?

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Israel Pinheiro: O Natal muitas vezes nos provoca sensações ambíguas. E Recife é uma cidade de muitas assimetrias e contradições sociais. A indiferença dos que estão à mesa das ceias opulentas com a sorte dos que estão à mesa frugal me incomoda bastante, e é por aí que eu começo.  

2 – A obra “3 Natais Recifenses” surgiu em meio à pandemia de Covid-19. Como esta experiência influenciou o seu processo criativo e os temas abordados na narrativa? Como questões sobre isolamento, medo e resiliência foram traduzidas nas tramas?

I.P.: A minha perplexidade com o estado de coisas durante a pandemia de Covid-19 influenciou bastante. Então eu tentei refletir um pouco sobre que tipo de sociedade somos a partir das escolhas absurdas que fazíamos em meio a uma crise sanitárias de proporções impensáveis. Poder falar a um leitor isolado, compulsoriamente fora de sua grei, e de uma forma afetiva, me provou que o diálogo estético é sempre possível e, quase sempre, bem-vindo.  

3 – O livro apresenta um retrato da classe média e das contradições sociais e estruturais da região. Como você enxerga o papel da literatura em provocar reflexões sobre desigualdades sociais?

I.P.: O livro transita por diferentes estratos da classe média. Acho que Recife é uma das poucas cidades do mundo onde existem classe média trabalhadora e classe média aristocrática. São realidades muitos distintas para caber numa mesma nomenclatura oficial. A classe média trabalhadora recifense vive no fio da navalha e tem consciência de que a total pauperização é sempre um risco. A literatura tem o dever marcar essas distinções de algum modo.    

4 – O humor e a crítica social são elementos marcantes em “3 Natais Recifenses”. Como você equilibra esses dois aspectos para transmitir mensagens mais profundas de forma leve?

I.P.: Eu acho que o bom humor sempre amplifica o alcance de uma reflexão. Tudo que eu faço, procuro fazer com leveza e com alguma elegância. Gosto de pensar que meus contos são uma espécie de conversa amistosa com o leitor, ainda que coisas duras possam ser ditas numa conversa amistosa, o tom faz toda a diferença.     

5 – A cultura pernambucana permeia o livro, seja nos diálogos ou nas referências musicais e locais. Dentre os elementos culturais regionais quais você considera essenciais para capturar a essência da cidade durante o período natalino?

I.P.: Esses elementos fluem naturalmente de mim, eu sou um pernambucano típico. É tudo muito orgânico. Não acho que a cidade tenha um símbolo natalino incontornável. Talvez o mais peculiar seja essa ausência de símbolos próprios.              

6 – O resgate do espírito solidário é um ponto chave da obra. Como você acredita que as tradições natalinas podem ajudar a reforçar conexões humanas e combater a sensação de isolamento?

I.P.: Há algo no Natal que nos compele a amar. É o que eu sinto. É de longe a minha época preferida do ano  

—  

Sobre o autor: Pernambucano, Israel Pinheiro estudou Letras na Universidade Federal de Pernambuco e é graduado em Gestão de Marketing. Sempre foi apaixonado por literatura e tem contos premiados em diversos concursos literários nacionais, entre eles Concurso Nacional de Contos da Universidade do Vale do Paraíba (SP), em 2002; Concurso Literário Sesc Santo Amaro (SP) em 2003; Concurso de Contos Luís Jardim – Prefeitura do Recife (PE), 2007; e Concurso Literário Associação Nacional de Escritores (ANE) – 50 ANOS, CONTOS (DF), em 2013. Na literatura, 3 Natais Recifenses é a sua terceira publicação, que conta também com uma edição em língua espanhola. 

Instagram do autor: @pinheiroisrael.silva 


Para saber mais sobre o livro “3 Natais Recifenses”, clique aqui!   

 

Redação LC

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