• Quem somos
  • Fale com a LC
  • Trabalhe conosco
  • Política de Privacidade
LC - Agência de Comunicação
  • Início
  • Quem somos
  • Produtos e Serviços
    • Assessoria de Imprensa – Press LC
    • Assessoria de Imprensa – Master LC
    • Produção de livros
    • Leitura Coletiva
    • Leitura Crítica
    • Cursos para escritores
    • Mentoria Arquitetos do Livro
    • Mentoria DNA Best-Seller
    • Consultoria com Plano de Marketing
    • Consultoria de Marketing + Criativos LC
    • Assessoria e Consultoria para Editoras
    • Desenvolvimento de Sites
  • Livros Divulgados
    • Autoajuda e Esoterismo
    • Ficção
    • Infantojuvenil
    • Não Ficção
  • Blog
    • Geral
    • Entrevistas
    • Artigos
  • Fale com a LC
  • Trabalhe Conosco
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Início
  • Quem somos
  • Produtos e Serviços
    • Assessoria de Imprensa – Press LC
    • Assessoria de Imprensa – Master LC
    • Produção de livros
    • Leitura Coletiva
    • Leitura Crítica
    • Cursos para escritores
    • Mentoria Arquitetos do Livro
    • Mentoria DNA Best-Seller
    • Consultoria com Plano de Marketing
    • Consultoria de Marketing + Criativos LC
    • Assessoria e Consultoria para Editoras
    • Desenvolvimento de Sites
  • Livros Divulgados
    • Autoajuda e Esoterismo
    • Ficção
    • Infantojuvenil
    • Não Ficção
  • Blog
    • Geral
    • Entrevistas
    • Artigos
  • Fale com a LC
  • Trabalhe Conosco
Sem resultados
Ver todos os resultados
LC - Agência de Comunicação
Sem resultados
Ver todos os resultados

Quem responde quando a IA erra?

*Aron Hussid Ferreira

14 de agosto de 2026
Tempo de leitura: 3 mins de leitura

Os sistemas de inteligência artificial já fazem parte da realidade de milhões de brasileiros. Em hospitais, organizam filas, fazem triagem, apontam alterações em exames de imagem, transcrevem consultas e auxiliam a decisão clínica. Afinal, vamos confiar num sistema que promete acurácia ou num médico cansado, que precisa olhar uma radiografia de tórax às 3h da manhã e decidir se aquela tosse é um simples resfriado, uma pneumonia ou até um câncer de pulmão?  

Mas e quando falham? Quem vamos culpar quando a I.A. definir um nódulo como benigno e meses depois o paciente retornar com um câncer metastático, sem possibilidade de cura? O médico, que confiou no laudo? A instituição que adotou o sistema? A empresa que o vende? Ou o programador que criou a lógica a partir de dados falhos? 

A legislação brasileira ainda é falha a respeito do tema. Na área médica, o Conselho Federal de Medicina liberou uma resolução no início deste ano normatizando o uso da I.A. na medicina, deixando a responsabilidade final sobre o médico. Faz sentido, porque a decisão clínica precisa de alguém que a assuma.  

Leia também:

A rigidez religiosa e a busca da felicidade

5 mudanças positivas trazidas pela proibição dos celulares nas escolas

Mercantilização do vazio e a epidemia das bets: como a indústria de apostas lucra com o tédio

O human-in-the-loop, ou seja, manter um humano ativo na decisão, ainda é o preferido pelos mais cautelosos. O sistema processa, calcula, recomenda, mas a palavra final fica sempre com uma pessoa, que pode confirmar ou descartar. O problema é o viés de automação. Diante de um sistema que acerta muito, o humano tende a aceitar sem questionar. É algo parecido com um segurança fazendo revista na entrada de um estádio e, depois de centenas de revistas negativas, começa a deixar os torcedores entrarem de forma desleixada. 

Nem as empresas por trás dos principais modelos entendem o passo a passo de como seus sistemas chegam àquelas decisões. Exigir que um radiologista audite linha por linha um modelo de aprendizado profundo seria o mesmo que pedir para ele desmontar e remontar um tomógrafo antes de cada laudo. 

Precisamos de um meio-termo entre proibir a tecnologia e usá-la sem freio. Na Europa, as I.As médicas são regulamentadas como produto de alto risco. O Brasil precisa de regras parecidas, discutidas e desenhadas por profissionais de diversas áreas.  

O algoritmo deve ser tratado como um estudante de medicina brilhante, mas apressado: ele ajuda muito, às vezes falha, e nunca substitui o médico experiente que conhece o paciente como pessoa. Quando a máquina falha, quem recebe a conta é gente de carne e osso. Já passou da hora de decidir quem mais deveria recebê-la.  

* Médico, pesquisador e professor da USP, Aron Hussid Ferreira também é autor de “POTUS.EXE:
Quando a democracia elege um algoritmo”, que reflete sobre os impactos da I.A. no futuro da sociedade
 

Redação LC

Redação LC

Somos um time de jornalistas apaixonados por livros e cultura.
Tem uma boa redação? Faça parte da nossa equipe, clique aqui.

Continue lendo:

A rigidez religiosa e a busca da felicidade
Artigos

A rigidez religiosa e a busca da felicidade

14 de agosto de 2026
5 mudanças positivas trazidas pela proibição dos celulares nas escolas
Artigos

5 mudanças positivas trazidas pela proibição dos celulares nas escolas

14 de agosto de 2026
Mercantilização do vazio e a epidemia das bets: como a indústria de apostas lucra com o tédio
Artigos

Mercantilização do vazio e a epidemia das bets: como a indústria de apostas lucra com o tédio

14 de agosto de 2026
Brasil será a maior potência global de Data Centers?
Artigos

Brasil será a maior potência global de Data Centers?

14 de agosto de 2026
Inscrever
Login
Notificar sobre
guest
guest
0 Comentários
[the_ad id="21159"]

Inscreva-se para receber nossas notícias em primeira mão

Escritórios em: São Paulo/SP e Jaraguá do Sul/SC
contato@lcagencia.com.br | comercial@lcagencia.com.br
Editoras atendidas pela LC:

© 2026 – Feito com 💖 por Equipe LC

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Início
  • Quem somos
  • Produtos e Serviços
  • Livros Divulgados
    • Autoajuda e Esoterismo
    • Ficção
    • Infantojuvenil
    • Não Ficção
  • Notícias
    • Geral
    • Entrevistas
    • Artigos
  • Fale com a LC
  • Trabalhe conosco
wpDiscuz