• Quem somos
  • Fale com a LC
  • Trabalhe conosco
  • Política de Privacidade
LC - Agência de Comunicação
  • Início
  • Quem somos
  • Produtos e Serviços
    • Assessoria de Imprensa – Press LC
    • Assessoria de Imprensa – Master LC
    • Produção de livros
    • Leitura Coletiva
    • Leitura Crítica
    • Cursos para escritores
    • Mentoria Arquitetos do Livro
    • Mentoria DNA Best-Seller
    • Consultoria com Plano de Marketing
    • Consultoria de Marketing + Criativos LC
    • Assessoria e Consultoria para Editoras
    • Desenvolvimento de Sites
  • Livros Divulgados
    • Autoajuda e Esoterismo
    • Ficção
    • Infantojuvenil
    • Não Ficção
  • Blog
    • Geral
    • Entrevistas
    • Artigos
  • Fale com a LC
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Início
  • Quem somos
  • Produtos e Serviços
    • Assessoria de Imprensa – Press LC
    • Assessoria de Imprensa – Master LC
    • Produção de livros
    • Leitura Coletiva
    • Leitura Crítica
    • Cursos para escritores
    • Mentoria Arquitetos do Livro
    • Mentoria DNA Best-Seller
    • Consultoria com Plano de Marketing
    • Consultoria de Marketing + Criativos LC
    • Assessoria e Consultoria para Editoras
    • Desenvolvimento de Sites
  • Livros Divulgados
    • Autoajuda e Esoterismo
    • Ficção
    • Infantojuvenil
    • Não Ficção
  • Blog
    • Geral
    • Entrevistas
    • Artigos
  • Fale com a LC
Sem resultados
Ver todos os resultados
LC - Agência de Comunicação
Sem resultados
Ver todos os resultados

Amor de mãe cura tudo?

Por Fernanda Salerno

10 de abril de 2026
Tempo de leitura: 3 mins de leitura

Amor de mãe cura tudo. 

Essa é uma das frases mais repetidas — e raramente questionada. 

A crença de que o amor materno, por si só, é suficiente, é uma das maiores injustiças dentro da já complexa relação entre mãe e filha. A partir daí, a mãe precisa ser tudo. Forte o tempo todo. Segura. Sem falhas. Sem dores. Sem dúvidas. Precisa dar conta, proteger, resolver… sempre. E a filha? Precisa ser grata. Compreensiva. Resiliente. Precisa entender, aceitar, perdoar. 

Leia também:

Sonhar ou não sonhar? Isso não é uma aquisição

Capacitismo não é falha, é escolha

Quem ainda está aqui?

Relações idealizadas são carregadas de culpa, peso e expectativas inatingíveis. O problema começa quando essa idealização sufoca a realidade. É preciso aceitar que nem todo amor acolhe. Nem toda presença é presente — há quem esteja ao lado sem nunca ter chegado perto. 

Há relações marcadas por controle disfarçado de preocupação, por silêncios que punem mais do que gritos e por uma ausência emocional que não vem necessariamente da falta de amor, mas da forma como ele se manifesta. 

É nesse espaço que se formam inseguranças profundas. Pessoas que aprendem a se ajustar, a se diminuir, a se moldar, implorando para serem vistas e que, sem perceber, seguem em busca de validação no amor, no trabalho e nas relações. 

Parece errado admitir que o amor também pode ferir. Mas pode. E reconhecer isso não é ingratidão e nem diminui o amor, só o torna mais leve e possível. Porque, no fim, se o amor de mãe nem sempre cura tudo, é a humanização que começa a curar a dor que nasce dele. 

Humanizar é reconhecer que, às vezes, quem feriu também estava ferida — e que por trás da mãe existe uma mulher real, com limites, medos e inseguranças. Mães que controlam, cobram ou silenciam, carregam histórias que não foram cuidadas. São mulheres que também não foram acolhidas, que tiveram que aprender a dar o que nunca receberam por inteiro. 

Quando a idealização morre, a relação nasce. No fim, não é sobre culpar nem absolver. É sobre enxergar. Enxergar que nem todo amor soube amar do jeito que se precisava ou se esperava. E, sim, isso dói e marca — mas não precisa aprisionar. 

Chega um ponto em que a história deixa de ser sobre o que faltou e passa a ser sobre o que se escolhe fazer com isso. 

É essa escolha que rompe o ciclo e permite parar de buscar fora o que só pode ser construído dentro. É quando já não se espera mais ser visto — porque, aos poucos, se aprende a se enxergar. 

*Fernanda Salerno é professora e autora de “O Amor Que a Dor Pariu”, livro autobiográfico que nasceu do processo de reconstrução afetiva com a mãe. 

Redação LC

Redação LC

Somos um time de jornalistas apaixonados por livros e cultura.
Tem uma boa redação? Faça parte da nossa equipe, clique aqui.

Continue lendo:

Sonhar ou não sonhar? Isso não é uma aquisição
Artigos

Sonhar ou não sonhar? Isso não é uma aquisição

10 de abril de 2026
Capacitismo não é falha, é escolha
Artigos

Capacitismo não é falha, é escolha

10 de abril de 2026
Quem ainda está aqui?
Artigos

Quem ainda está aqui?

10 de abril de 2026
Brasil: O país obcecado pelas migalhas do presente
Artigos

Brasil: O país obcecado pelas migalhas do presente

10 de abril de 2026
Inscrever
Login
Notificar sobre
guest
guest
0 Comentários
Feedbacks em linha
Ver todos os comentários
[the_ad id="21159"]
Inscreva-se para receber nossas notícias em primeira mão
Escritórios em: São Paulo/SP e Jaraguá do Sul/SC
contato@lcagencia.com.br | comercial@lcagencia.com.br
Editoras atendidas pela LC:

© 2025 – Feito com 💖 por Equipe LC

close button
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Início
  • Quem somos
  • Produtos e Serviços
  • Livros Divulgados
    • Autoajuda e Esoterismo
    • Ficção
    • Infantojuvenil
    • Não Ficção
  • Notícias
    • Geral
    • Entrevistas
    • Artigos
  • Fale com a LC
  • Trabalhe conosco
wpDiscuz