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Agentificação: tornando o artificial visível

Por Ricardo Cappra*

27 de novembro de 2025
Tempo de leitura: 3 mins de leitura

A ascensão dos agentes artificiais representa um novo capítulo na história das tecnologias inteligentes. O fenômeno da “agentificação” nas organizações não é apenas uma consequência do avanço da inteligência artificial, mas o sinal de uma mudança estrutural na forma como empresas operam, decidem e se relacionam com seus públicos. O que está em jogo não é somente a automação de tarefas, mas a redefinição dos próprios papéis humanos nas dinâmicas informacionais e operacionais, especialmente nos ambientes profissionais. 

Para compreender com rigor o fenômeno da “agentificação”, é necessário abandonar a pergunta clássica se a inteligência artificial é ou não “inteligente”. Como argumenta o filósofo da informação italiano Luciano Floridi, essa é uma armadilha conceitual que mascara o real desafio. A IA deve ser compreendida como uma nova forma de agência, e não como uma forma de inteligência.  

A proposta teórica de Floridi, amplamente fundamentada em evidências técnicas e filosóficas, sustenta que estamos diante do que ele chama de Agência Artificial, uma modalidade de ação que não depende de cognição, consciência ou intenção para operar no mundo.  

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Floridi propõe a tese da múltipla “realizabilidade” da agência, segundo a qual diferentes formas de agentes, podendo ser biológica, social, técnica e artificial, coexistem e operam sem que compartilhem necessariamente os mesmos fundamentos internos. Assim, a IA é uma forma genuína de trabalho. 

Essa reformulação nos permite reconhecer que sistemas de IA não precisam “entender” ou “pensar” como humanos para agir. Eles podem operar com autonomia limitada, interatividade e capacidade de adaptação, o qual são os três critérios fundamentais propostos por Floridi para qualificar um agente.  

Trata-se de uma abordagem que evita erros e oferece uma base mais sólida para entender o impacto social e organizacional da agentificação. Ao operar como tais, esses sistemas passam a intervir diretamente no mundo, assumindo funções antes desempenhadas por humanos. Mas o fazem sem as faculdades humanas de julgamento, empatia, moral ou intencionalidade. É por isso que seu uso requer tanto inteligência operacional, quanto sabedoria estrutural. 

Nesse contexto, a visibilidade do artificial é um pré-requisito para a confiança, a ética operacional e a sustentabilidade das ações organizacionais em um ecossistema cada vez mais mediado por inteligências não humanas. E você, confia nos agentes artificiais que estão ao seu redor? 

*Ricardo Cappra é filósofo e empreendedor, fundador do Cappra Institute e
referência em cultura analítica e inteligência artificial. Autor de
Híbridos:
futuro do trabalho entre humanos e máquinas
(Actual, 2025); 

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